A reificação da pessoa privada de liberdade e a fetichização da prisão provisória
DOI:
https://doi.org/10.36662/revistadocnmp.i10.245Palavras-chave:
Reconhecimento, Reificação, Fetichização da Prisão ProvisóriaResumo
O escopo do vertente trabalho é identificar as razões pelas quais, em geral, a prisão provisória no Brasil não é utilizada de forma técnica. Para tanto, valendo-se especialmente do arsenal teórico de Sigmund Freud e Axel Honneth, procura-se demonstrar a existência de uma correlação entre os conceitos de fetichização, reconhecimento e reificação, sobretudo a fim de esclarecer o motivo que conduz grande parte da sociedade, e em especial os integrantes do sistema de Justiça, a possuir uma visão distorcida sobre o
cárcere cautelar, inclusive utilizando-se dessa ferramenta processual como meio simbólico para satisfazer uma necessidade emocional de segurança.
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Copyright (c) 2022 Tiago Lopes Nunes

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